quarta-feira, 20 de outubro de 2010
parecer favorável
O deputado Osmar Júnior (PCdoB-PI), que é relator do PL que trata da isonomia salarial, benefícios e vantagens dos empregados do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, ingressos a partir da Resolução nº 9, de 30 de maio de 1995, e nº 10, de 08 de outubro de 1996, do Conselho de Coordenação e Controle das Estatais - CCE /DEST, na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), na Câmara Federal, está elaborando o parecer – favorável, e a perspectiva é de que seja submetido aos demais integrantes da Comissão ainda em novembro.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Reunião com relator do PL da Isonomia
Diretores da Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste se reúnem nesta terça-feira, em Brasília, com o deputado Osmar Júnior (PCdoB-PI), relator, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal, do projeto de lei que restitui a isonomia nos bancos públicos.
O encontro é muito importante para mostrar a relevância que a questão da isonomia tem na vida dos funcionários do BNB, Banco do Brasil, Caixa, Banco da Amazônia, Casa da Moeda.
De autoria do então deputado federal Inácio Arruda (PCdoB-CE) e de Daniel Almeida (PCdoB-BA), o PL restitui a isonomia salarial, de benefícios e de vantagens entre os empregados que ingressaram antes e após 1998 nos bancos públicos. O texto já foi aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) e, caso seja aprovada nas comissões de Finanças e Tributação e na de Constituição e Justiça, entrará em vigor sem necessidade de votação em plenário
O encontro é muito importante para mostrar a relevância que a questão da isonomia tem na vida dos funcionários do BNB, Banco do Brasil, Caixa, Banco da Amazônia, Casa da Moeda.
De autoria do então deputado federal Inácio Arruda (PCdoB-CE) e de Daniel Almeida (PCdoB-BA), o PL restitui a isonomia salarial, de benefícios e de vantagens entre os empregados que ingressaram antes e após 1998 nos bancos públicos. O texto já foi aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) e, caso seja aprovada nas comissões de Finanças e Tributação e na de Constituição e Justiça, entrará em vigor sem necessidade de votação em plenário
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
@Isonomia_ja
A luta pela isonomia nos bancos públicos federais surgiu após a publicação das resoluções nº 10, de 1995, e nº 09, de 1996, publicadas pelo Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais - DEST. Com isso, os trabalhadores que ingressaram após esta data no Banco do Brasil, Caixa, BNB, Basa e Casa da Moeda perderam uma série de direitos.
A retirada de direitos faz parte da lógica de mercado neoliberal e as resoluções do DEST, feitas em um contexto de grande ataque aos trabalhadores em nosso país, afrontam o princípio da igualdade, essencial para o respeito ao (a) trabalhador (a).
É preciso sair da defensiva e reaver o que foi conquistado com muita luta, exigindo que o governo federal se posicione e faça com que os bancos públicos sirvam de exemplo no que diz respeito ao tratamento aos trabalhadores. Está na hora de construirmos um grande movimento nacional pela Isonomia, bandeira fundamental de todos os bancários do BB, Caixa, BNB e BASA para fortalecer os bancos públicos, instrumentos essenciais para o desenvolvimento do país.
O PL da Isonomia (PL 6259), de autoria dos deputados federais Daniel Almeida (PCdoB/Ba) e Inácio Arruda (hoje senador pelo PCdoB/CE), já foi aprovado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara Federal e está na Comissão de Finanças e Tributação, cujo presidente, deputado Pepe vargas (PT/RS) já se comprometeu a apoiar o projeto.
Fale com seu sindicato! Dialogue e solicite a realização de encontros e atividades de mobilização! Precisamos que no Brasil inteiro tenhamos na ponta da língua o grito: Isonomia Já!
A retirada de direitos faz parte da lógica de mercado neoliberal e as resoluções do DEST, feitas em um contexto de grande ataque aos trabalhadores em nosso país, afrontam o princípio da igualdade, essencial para o respeito ao (a) trabalhador (a).
É preciso sair da defensiva e reaver o que foi conquistado com muita luta, exigindo que o governo federal se posicione e faça com que os bancos públicos sirvam de exemplo no que diz respeito ao tratamento aos trabalhadores. Está na hora de construirmos um grande movimento nacional pela Isonomia, bandeira fundamental de todos os bancários do BB, Caixa, BNB e BASA para fortalecer os bancos públicos, instrumentos essenciais para o desenvolvimento do país.
O PL da Isonomia (PL 6259), de autoria dos deputados federais Daniel Almeida (PCdoB/Ba) e Inácio Arruda (hoje senador pelo PCdoB/CE), já foi aprovado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara Federal e está na Comissão de Finanças e Tributação, cujo presidente, deputado Pepe vargas (PT/RS) já se comprometeu a apoiar o projeto.
Fale com seu sindicato! Dialogue e solicite a realização de encontros e atividades de mobilização! Precisamos que no Brasil inteiro tenhamos na ponta da língua o grito: Isonomia Já!
sábado, 28 de agosto de 2010
28 de Agosto, Dia d@ Bancári@
Colegas,
Gostaria de parabenizar a todos nós pelo nosso dia!
E, perante toda a realidade que estamos vivenciando no mundo do trabalho, aproveitar para lembrarmos que esta é uma data de luta, que visa homenagear os grevistas de 1951, que orgulhosamente encamparam as bandeiras da categoria, participando da greve que seria histórica.
Muito temos para lutar, exigindo a equiparação de direitos e o avanço dos direitos, com a elevação do piso salarial, aumentos reais, um plano de carreira que valorize o bancário ao longo do tempo em que se dedica à empresa, valorização da mulher, inclusão das pessoas com deficiência em todas as instâncias e política de combate ao racismo e à homofobia não somente na questão macro da cultura organizacional da empresa como no cotidiano das relações no ambiente de trabalho, promovendo uma verdadeira cultura da diversidade.
Vamos seguir lutando e fortalecendo a categoria e a classe trabalhadora!
Um forte abraço!
Paula Goto
Gostaria de parabenizar a todos nós pelo nosso dia!
E, perante toda a realidade que estamos vivenciando no mundo do trabalho, aproveitar para lembrarmos que esta é uma data de luta, que visa homenagear os grevistas de 1951, que orgulhosamente encamparam as bandeiras da categoria, participando da greve que seria histórica.
Muito temos para lutar, exigindo a equiparação de direitos e o avanço dos direitos, com a elevação do piso salarial, aumentos reais, um plano de carreira que valorize o bancário ao longo do tempo em que se dedica à empresa, valorização da mulher, inclusão das pessoas com deficiência em todas as instâncias e política de combate ao racismo e à homofobia não somente na questão macro da cultura organizacional da empresa como no cotidiano das relações no ambiente de trabalho, promovendo uma verdadeira cultura da diversidade.
Vamos seguir lutando e fortalecendo a categoria e a classe trabalhadora!
Um forte abraço!
Paula Goto
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Gaúchos e Catarinenses promovem Encontro pela Isonomia dia 11 de setembro
Gaúchos e Catarinenses promovem Encontro pela Isonomia dia 11 de setembro
Seguindo as deliberações do II Encontro Estadual pela Isonomia e buscando contribuir para a criação de um grande movimento nacional pela aprovação do PL 6229 e reparar uma injustiça que já dura 12 anos, a APCEF/RS, ao lado da APCEF/SC, Fetrafi-RS e SindBancários, convida para um grande Encontro Interestadual pela Isonomia. O evento será realizado no dia 11 de setembro (sábado) em Florianópolis.
O encontro unirá empregados da Caixa e do BB pela igualdadade de direitos.
Seguindo as deliberações do II Encontro Estadual pela Isonomia e buscando contribuir para a criação de um grande movimento nacional pela aprovação do PL 6229 e reparar uma injustiça que já dura 12 anos, a APCEF/RS, ao lado da APCEF/SC, Fetrafi-RS e SindBancários, convida para um grande Encontro Interestadual pela Isonomia. O evento será realizado no dia 11 de setembro (sábado) em Florianópolis.
O encontro unirá empregados da Caixa e do BB pela igualdadade de direitos.
Outro Banco do Brasil é possivel

O número de queixas contra os bancos voltou a subir em julho. De acordo com dados do ranking de instituições, divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira 17, as reclamações registraram aumento de 1,32%. Ao todo, foram 618 casos no mês passado, considerando os estabelecimentos financeiras com mais de um milhão de clientes, contra 610 registrados um mês antes.
No sétimo mês do ano, o Banco do Brasil ocupou o primeiro lugar do ranking realizado pelo BC depois de ter sido liderada nos últimos dois anos pelo HSBC. O índice de reclamações foi de 0,62 a cada 100 mil pessoas. Na sequência vieram Itaú, Bradesco, HSBC e Santander.
Frente ao mesmo mês de 2009, o número de reclamações contra bancos também foi maior. Ainda considerando aqueles com mais de um milhão de clientes, as queixas contra as instituições bancárias aumentaram 14,45%, já que naquele mês o total de reclamações somou 540.
"O Banco do Brasil também é campeão em assédio moral e falta de condições de trabalho" destaca Pedro Loss
Outro Banco do Brasil é preciso. Pessoas em Primeiro Lugar.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
morte de bancário do BB no Rio após assédio moral
Ato público marca 7º dia da morte de bancário do BB no Rio após assédio moral
Ao meio-dia da última terça-feira, dia 10, o clima pesou na calçada em frente ao edifício SeDan, sede administrativa do BB no Rio de Janeiro. O Sindicato dos Bancários dos Rio fez um ato público para lembrar o 7º dia da morte de Luís Carlos Lyra, funcionário do banco que morreu do coração depois de ser descomissionado como punição por não cumprir as metas estabelecidas pelo banco.
Um esquete - dramático, fugindo do tradicional estilo bem-humorado - da Cia. de Emergência Teatral sobre sofrimento, perda e dedicação emocionou os presentes. Ao final da apresentação, funcionários do prédio e sindicalistas deixaram flores na fachada do prédio, em alusão à morte do bancário.
Solidários na adversidade
Entre os funcionários do SeDan presentes à manifestação, alguns tinham boas razões para ficarem alarmados. Está em curso uma reestruturação de departamentos do banco que está fazendo pairar sobre as cabeças dos empregados o pânico do descomissionamento.
Na Contadoria Geral - CoGer e na GeCoi - Gerência de controle Interno já houve casos de trabalhadores transferidos e descomissionados. Na CoGer, que já vinha sendo assombrada pelas mudanças, cinco funcionários já deixaram seus cargos: um se aposentou; outro, com dez anos de banco, deixou a empresa após passar em concurso público para a FINEP; e três foram trabal har na DTVM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
As vagas deixadas por eles não foram preenchidas no Rio de Janeiro. "O banco havia acenado com a possibilidade de fazer um estudo e realizar a reestruturação num prazo de três anos. Mas, antes mesmo do estudo estar pronto, as mudanças já começaram. Estas três vagas foram transferidas para Brasília, onde vai se concentrar a operação da CoGer", informa Maurício Zanazi, empregado do departamento. Na GeCoi a situação também é difícil e já houve transferências para a rede de atendimento e para São Paulo.
Para os bancários, o prejuízo do descomissionamento não é só no contracheque de cada mês, mas também na renda futura. Além da redução salarial alterar o cálculo da aposentadoria pelo INSS, também afeta o saldo de contribuições do fundo de pensão do BB, a Previ.
Aos funcionários que ingressaram no banco antes de 1998, a situação é menos dramática já que, com o superávit do plano a que estão vinculados as contribuições foram suspensas temporariamente. Mas os pós-98, que ainda contribuem mensalmente, o impacto é significativo, já que o valor depositado no fundo é um percentual do salário
Ao meio-dia da última terça-feira, dia 10, o clima pesou na calçada em frente ao edifício SeDan, sede administrativa do BB no Rio de Janeiro. O Sindicato dos Bancários dos Rio fez um ato público para lembrar o 7º dia da morte de Luís Carlos Lyra, funcionário do banco que morreu do coração depois de ser descomissionado como punição por não cumprir as metas estabelecidas pelo banco.
Um esquete - dramático, fugindo do tradicional estilo bem-humorado - da Cia. de Emergência Teatral sobre sofrimento, perda e dedicação emocionou os presentes. Ao final da apresentação, funcionários do prédio e sindicalistas deixaram flores na fachada do prédio, em alusão à morte do bancário.
Solidários na adversidade
Entre os funcionários do SeDan presentes à manifestação, alguns tinham boas razões para ficarem alarmados. Está em curso uma reestruturação de departamentos do banco que está fazendo pairar sobre as cabeças dos empregados o pânico do descomissionamento.
Na Contadoria Geral - CoGer e na GeCoi - Gerência de controle Interno já houve casos de trabalhadores transferidos e descomissionados. Na CoGer, que já vinha sendo assombrada pelas mudanças, cinco funcionários já deixaram seus cargos: um se aposentou; outro, com dez anos de banco, deixou a empresa após passar em concurso público para a FINEP; e três foram trabal har na DTVM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
As vagas deixadas por eles não foram preenchidas no Rio de Janeiro. "O banco havia acenado com a possibilidade de fazer um estudo e realizar a reestruturação num prazo de três anos. Mas, antes mesmo do estudo estar pronto, as mudanças já começaram. Estas três vagas foram transferidas para Brasília, onde vai se concentrar a operação da CoGer", informa Maurício Zanazi, empregado do departamento. Na GeCoi a situação também é difícil e já houve transferências para a rede de atendimento e para São Paulo.
Para os bancários, o prejuízo do descomissionamento não é só no contracheque de cada mês, mas também na renda futura. Além da redução salarial alterar o cálculo da aposentadoria pelo INSS, também afeta o saldo de contribuições do fundo de pensão do BB, a Previ.
Aos funcionários que ingressaram no banco antes de 1998, a situação é menos dramática já que, com o superávit do plano a que estão vinculados as contribuições foram suspensas temporariamente. Mas os pós-98, que ainda contribuem mensalmente, o impacto é significativo, já que o valor depositado no fundo é um percentual do salário
Assinar:
Postagens (Atom)